Sempre quis foder uma Kitsune

O título já diz tudo, não? Mas vou repetir mesmo assim: Meu sonho é foder uma deusa raposa em forma humana.

 Duas da manhã, eu fiquei o dia todo sem net. Tava no tédio, não conseguia dormir, e bem… Esse é o resultado disto…

 Ah,  a restrição é [16+], eu acho? Enfim, quem liga pra idade? Prossiga.


 

 

Ela estava segurando meu braço, pressionando seus seios em minhas costas, propositalmente. Surpreso, tentei virar-me para encará-la, porém logo foi-me dito:

– N-Não vire! S-Se você virar, e-eu…

Em contrapartida com suas palavras, virei-me, encontrando seu rosto completamente vermelho, além de uma respiração pesada, e olhos que entregavam seus pensamentos. Provocando-a, soltei um sorriso perverso, aproximando-me de sua face, sussurrando docilmente em seu ouvido:

– Você o que?

Em resposta, ela afastou-se, tropeçando para trás. Para evitar que ela caísse, segurei em sua cintura, talvez por mera provocação, já que o motivo dela ter se afastado era eu.

– M-me solte! – Apenas com o toque, seu rosto ficara mais vermelho do que antes, e sua respiração estava ofegante, de modo que parecesse sexy. Eu não sou idiota, nem aquele tipo de protagonista que não consegue ler o clima nem a heroína. O motivo de eu não ter a atacado ainda era meramente escolha minha, já que eu prefiro provoca-la, explorando suas reações. .

– E se eu recusar? – Novamente sorri, encarando-a diretamente nos olhos, de modo em que ela desviasse o olhar, evitando contado visual. Suas ações não correspondiam com seus sentimentos, mas isto era, de fato, excitante. Suas orelhas de raposa eram um tipo de ornamento atraente, combinando com seus cabelos louro-claros, e a pele alva. Tudo isso em conjunto de uma yukata, além da cauda, da mesma cor que o cabelo e as orelhas. Os olhos azuis-claros cintilavam com um brilho misterioso, evitando encarar-me. Suas bochechas estavam vermelhas, e seu rosto estava quente, e ela tentava negar-me com todas as suas forças, nas quais quase não faziam efeito, já que todo o seu corpo implorava pelo meu toque.

Ela colocou as mãos em meu peito, tentando afastar-me, porém, mal parecia que ela havia depositado alguma força no ato.

– Hey, desse modo, você não consegue mover nem uma folha, sabe? Se quer me negar, então ao menos faça isto com vontade. – Continuei provocando-a. – Ou será que a sua vontade anseia por mim?

Com as mãos em sua cintura, puxei-a para mais próximo, como forma de desafiá-la. Por um instante, suas pernas tremeram, com a insuficiência de força para resistir. Percebendo, soltei-a, de modo que ela cambaleasse um pouco. A parte superior da yukata havia aberto alguns centímetros, fazendo com que uma parte caísse nos ombros, e o decote farto ficasse visível. Apenas digamos que minha estabilidade levou dano ao ver tal aparência sedutora, e pela primeira vez, senti minhas bochechas queimarem levemente, fazendo que eu desviasse o olhar por alguns segundos. Que merda de ação tsundere foi essa? Os papeis foram invertidos, por acaso?!

Recuperando a compostura, voltei a encará-la, logo em seguida, desviando o olhar novamente, sentindo que eu acabaria perdendo o controle caso insistisse naquilo, apesar de que, no fundo, ela implorasse por isto, mesmo me negando.

Ainda assim, ataca-la neste estado causaria uma espécie de “Bad End”.

– Vamos voltar, está escurecendo. – Virei-me de costas, deixando claro que eu não tentaria mais nenhuma gracinha, em seguida, escutando alguns murmúrios.

– I-Isto é culpa sua que acabou assim, Ayato! – Sem que eu entendesse o motivo da declaração, ela puxou meu braço, fazendo-me virar para ela, sendo recebido com um beijo.

Se você começou, então não tem problema se eu lhe corromper, certo? Você quem insistiu nisto, eu já havia desistido.

Respondendo o ato, novamente enrolei minhas mãos em sua cintura, prendendo-a próxima ao meu corpo, enquanto usava a língua para intensificar o beijo.

– E-Espere… – Ela afastou os lábios, porém, sem ouvir satisfações, beijei-a novamente, não permitindo que ela retrucasse.

Como que perdendo a noção de si mesma, ela levantou seus braços, cruzando-os atrás do meu pescoço, prendendo-me.

Ao mesmo tempo em que o beijo ficava mais selvagem, aproveitei-me para descer minhas mãos mais um pouco, apalpando a bunda dela. Em resposta, ela arrepiou-se um pouco, e parou o beijo. Eu já esperava que ela iria se afastar, porém, ela não o fez. Como contra-ataque, ela mordera minha orelha, sussurrando docilmente, com um sorriso provocativo, de modo que meu rosto queimasse, e meu coração acelerasse radicalmente.

– Isto é tudo que você consegue?

– Quer descobrir? – Retruquei, recuperando a compostura, apalpando sua bunda com mais força, de modo que ela deixasse um gemido escapar.

– Adoraria. – Disse, de modo um pouco trêmulo e ofegante. Pressionou seus seios contra mim, em seguida, empurrando-me contra o chão. Ajoelhou-se, deslizando mais para baixo, encarando-me com um olhar ardente. Um pouco de saliva escorria de sua boca, e sua yukata estava bem mais aberta do que antes, de modo que eu conseguisse ver seus seios, caso espiasse. Encarou-me, de cima para baixo, enquanto sentava-se em cima de minhas coxas, esfregando-se com a bunda, para cima e para baixo, propositalmente. Em seguida, deslizou suas mãos pela minha barriga, subindo para o peitoral e abrindo a borda de minha yukata, puxando-a para baixo. Depois de lançar-me um olhar excitado, deslizou mais para baixo, pousando suas mãos sobre o topo de minha calça, próxima do zíper, e, em seguida, indagou, com um sorriso perverso:

– Com a boca, ou com os seios?

– E a terceira opção? – Encarei sua cintura, com um sorriso pervertido, deixando claro a verdadeira intenção da pergunta.

– Você é bem ousado, ein? – Em deslizou o polegar em meus lábios, fazendo-me abrir a boca, enquanto aproximava-se, iniciando mais um beijo, desta vez, usando a língua.

Retribuindo um dos atos anteriores, desci a borda de sua yukata, deixando a parte superior totalmente a mostra. Seus seios eram rosados, além de grandes.

Aproveitando o momento, agarrei-a, girando-me contra ela, trazendo-a para o chão, de modo que eu ficasse em cima. Ela encarou-me, com os cabelos espalhados no chão, enquanto erguia o braço, deslizando as mãos por meu cabelo, bagunçando-o.

-Seu cabelo é macio…

Apesar de eu odiar que mexessem em meu cabelo, deixei-a fazê-lo, por achar aquilo confortável, pela primeira vez. Por alguns segundos, tudo ficou em silêncio. Eu estava parado, encarando-a, silenciosamente, enquanto ela acariciava meu cabelo, que pendia para baixo, devido à gravidade. Minha perna estava entre as coxas dela, enquanto minha mão esquerda prendia o braço direito dela.

Ela deslizou a mão por meu rosto e sussurrou, com um sorriso iluminado, além do rosto corado e lábios molhados:

– Eu te amo.

– Se você me encarar de forma tão adorável, eu posso acabar te violando, sabia?

– Mesmo? Então, por favor, seja gentil. – Provocou-me novamente, lambendo os lábios.

– Isto não pode ser negociado – Sorri, lambendo seus seios, em seguida, mordiscando-os. Ela gemeu alto, contraindo suas pernas de prazer.


 

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